segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Árvore de Natal de PET

Quando o plástico é depositado em lixões, ele gera diversos problemas, um dos principais é a queima indevida e sem controle. Quando dispostos em aterros dificultam sua compactação e prejudicam a decomposição dos materiais biologicamente degradáveis, pois criam camadas impermeáveis que afetam as trocas de líquidos e gases gerados no processo de biodegradação da matéria orgânica.

Portanto, sua redução, remoção ou eliminação do lixo são uma das principais metas que devemos seguir. A separação de plásticos do restante do lixo traz uma série de benefícios à sociedade, como o aumento da vida útil dos aterros, geração de empregos, economia de energia, além disso, inúmeros objetos podem ser criados a partir da reutilização deste material.
Para ajudar a minimizar esse problema a Nature Saúde ensina como fazer uma árvore de natal reutilizando garrafas PET.
Material
- Garrafas PET, de preferência na cor verde
- Um cabo de vassoura ou um galho de mesmo diâmetro
- Vela
- Fósforo
- Tesoura
- Faca
Método
1º passo: Recorte o fundo da garrafa. Para facilitar, faça o primeiro furo com o auxílio de uma faca. Em seguida faça cortes longitudinais (tiras), de mais ou menos dois centímetros de largura cada, até a curva da garrafa (em cima), próximo ao gargalo. Faça o mesmo nas outras garrafas. A quantidade escolhida dependerá do tamanho que a árvore terá.
2º passo: pegue a garrafa cortada, segure uma tira e passe na vela conforme indicado no vídeo, fazendo três marcas; em cada extremidade e no meio. Faça o mesmo procedimento em todas as tiras de todas as garrafas. O plástico vai ficar preto na parte queimada, mas para limpar basta passar um pano que sairá a sujeira.
3º passo: pegue um vaso com terra e finque o cabo de vassoura ou o galho. A seguir, coloque as garrafas no cabo, de ponta cabeça (pelo gargalo) até a altura desejada. Para dar um aspecto mais natural recorte as tiras para que as garrafas da base sejam maiores que as da ponta da árvore.

Fotos passo a passo: *clique para ampliar





domingo, 11 de novembro de 2012

Aprenda a fazer vassouras de garrafa PET


Você já ouviu falar em vassoura feita de garrafas PET? Essa é a dica de hoje do CicloVivo. A fabricação da vassoura é totalmente artesanal, simples e sustentável.
Você vai precisar de: 18 garrafas PET, cabo de vassoura, tesoura, estilete, furador, arame, martelo e pregos.
Depois de separados os materiais, o primeiro passo é retirar o rótulo e o fundo de todas as garrafas. Dezessete delas serão cortadas em tirinhas e somente uma dessas não terá o gargalo retirado.
Feito isso, passamos para a outra etapa. Vamos usar somente a parte de cima, daquela garrafa que ainda está intacta, para darmos o acabamento. Todas as outras que foram cortadas devem ser encaixadas e presas por um arame que fixe todas elas.
A partir daí é só fixar o cabo, com dois pregos e a vassoura está pronta!
Veja na galeria o passo a passo, para tornar a sua experiência artesanal mais simples.

Abaixo, imagens passo a passo: *clique na imagem para ampliar
 

Saiba como reutilizar o óleo de cozinha para fazer sabão caseiro



Fazer sabão utilizando o óleo de cozinha que iria par ao lixo é uma ótima maneira de colaborar com o meio ambiente e de ganhar uma grana extra. A receita escolhida pelo CicloVivo é bastante simples e impede que milhões de litros de água sejam poluídos.
Muitos ambientalistas concordam que não existe um tipo de descarte adequado para o óleo vegetal. Entretanto, existem maneiras de reaproveitá-lo, impedindo que ele chegue ao meio ambiente e polua o ar e a água. Vale lembrar, que um litro de óleo é capaz de poluir um milhão de litros de água e, quando descartado em pias, pode estragar, também, a tubulação e o encanamento.
Além de ser transformado em sabão, o óleo de cozinha pode ser usado na fabricação do biodiesel. Especialistas acreditam que, se fosse possível elevar o valor comercial do óleo de cozinha usado, os catadores teriam mais uma opção de produto negociável e estimularia a substituição do uso do óleo diesel.
Enquanto são desenvolvidas técnicas maiores para o aproveitamento do óleo, podemos desenvolver coisas simples, como a fabricação do sabão artesanal. Anote a receita e faça a sua parte em prol de um ambiente melhor.
Material
5 litros de óleo de cozinha usado
2 litros de água
200 mililitros de amaciante
1 quilo de soda cáustica em escama

Preparo
Coloque, cuidadosamente, a soda em escamas no fundo de um balde, depois acrescente a água quente. Mexa até que todas as escamas da soda estejam diluídas, depois adicione o óleo (peneirado) e o amaciante, sempre mexendo para que a mistura fique homogênea.
Feito isso, jogue a mistura em uma fôrma e espere secar.
O último passo é cortar o sabão em barras, com o tamanho que for mais conveniente.

Atenção: A soda cáustica pode causar queimaduras na pele. O ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura.

Aprenda como fazer uma técnica simples de compostagem




Separar o lixo que é encaminhado para a coleta seletiva é um ótimo início, mas não é a única coisa que podemos fazer para diminuir a quantidade de resíduos destinados aos aterros sanitários. A maior parte do lixo orgânico produzido em uma residência por ser reaproveitada de maneira simples e bastante útil.

As cascas e talos de alimentos, folhas, flores, pó de café, saquinhos de chá e até a casca de ovo, podem ser destinados à compostagem. Apesar de o nome passar a ideia de que seja um trabalho difícil, fazer o reaproveitamento desses alimentos é bem simples e não necessita de muito espaço. A dica é viável até mesmo para quem mora em apartamento.
Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, a consultora ambiental da ONG Ecomarapendi, Érica Sepúlveda, explicou como passo a passo o processo de compostagem.

A primeira coisa a ser feita é a separação do lixo orgânico, eles correspondem a cerca de 60% dos resíduos produzidos em uma casa. Após ser separado, o ideal é que todo o material orgânico seja picado, para acelerar o processo de decomposição.
Para que seja feita a compostagem é preciso uma caixa plástica com tampa. Érica explica que o ideal é que a caixa tenha de 30 a 40 cm e devem ser feitos furinhos no fundo da caixa. Assim haverá troca de oxigênio e o líquido não ficará acumulado no recipiente.

O preparo da caixa deve ser feito em camadas alternadas, primeiro a de terra e depois o material orgânico. O húmus também é uma ótima alternativa como fonte de microorganismos e pode ser a terceira camada a ser depositada da caixa de decomposição. Minhocas também são ótimas alternativas para serem colocadas na terra.
A dica para evitar o mau cheiro é utilizar a borra do café, que também serve para espantar formigas e outros insetos. Após serem feitas as diversas camadas, a caixa deve ser fechada e é preciso revirar o composto a cada três dias. Se forem usadas minhocas essa etapa não é necessária.
Então é só esperar e em três meses a terra estará adubada e pronta para servir de vitamina para outras plantas.

Carregador Solar de Janela


Procurando na internet por tecnologias sustentáveis, encontrei, no site da XD Desing, este acessório inovador e, é claro, ecologicamente correto. Pode ser utilizado para recarregar o seu telefone celular ou MP3, 4, 5, entre outros. Você pode utilizar no carro, escritório ou em casa, até no colégio com a bateria de lítio recarregável 1300mAh, que permite o maior armazenamento de energia. O carregador pode ficar em uma janela em que sempre bata o sol, isto faz com que o processo de carregamento solar seja ainda mais eficiente. O carregador tem uma saída USB e entrada mini-USB, incluindo um cabo mini USB. Tecnologias como esta são uma ótima contribuição para o salvamento de nosso planeta. Devemos inovar cada vez mais aproveitando as fontes limpas de energia, desse modo evitamos a agressão ao meio
ambiente. Segue abaixo o endereço eletrônico da XD Design.


Repelente Natural: adote essa ideia


Uma boa ideia para esse verão!
O uso de repelentes sintéticos acaba refletindo na emissão de alguns gases do efeito estufa, e em alguns casos também trazem problemas para a própria pessoa que o utiliza. O repelente natural alem de fácil e pratico é barato e 100% ecológico. Adote essa ideia você também.
No verão, os mosquitos passam a incomodar muito mais. Além do zumbido na hora de dormir, os pequenos insetos também sugam nosso sangue, podendo causar reações alérgicas e outras doenças. Onde o pernilongo pica, costuma surgir uma mancha avermelhada, que coça e pode evoluir para ferida ou bolha.
Uma boa maneira de evitar esses incômodos é utilizar um repelente, substância que serve para afastar os insetos. Algumas plantas podem ser utilizadas para essa função. A citronela, por exemplo, é bastante conhecida por suas propriedades repelentes, assim como o cravo-da-índia, que também afasta os insetos.
Hoje você irá aprender a receita de um repelente natural, feito com cravo da índia. Veja como preparar o repelente.                                    
                                                                              Cravo da índia, um repelente natural

Você vai precisar de:

    Cravo da Índia
  • 1/2 litro de álcool;
  • 1 pacotinho de cravo da índia (10 g)
  • 100 ml de óleo corporal

Modo de Preparo:

Em um vidro escuro, coloque os cravos da índia e cubra com álcool. Deixe descansar por 4 dias, balançando o recipiente duas vezes ao dia (pela manhã e a noite). Depois peneire o cravo e misture a tintura com o óleo corporal de sua preferência.

Posologia

Aplique algumas gotas do óleo nas pernas e nos braços, para afastar os mosquitos e outros insetos. O repelente pode ser usado em qualquer horário do dia, mas principalmente no começo da noite, quando os pernilongos começam a aparecer.

Banana seria combustível na África




Banana seria combustível na África
SÃO PAULO – Em uma tentativa de ajudar comunidades pobres em desenvolvimento, pesquisadores do Reino Unido decidem reaproveitar os restos da bananeira.
Na Universidade de Nottingham, cientistas desenvolveram um método que utiliza cascas, tronco e folhas das plantas para criar briquetes (blocos de material orgânico combustível) que substituiriam a lenha em países realmente pobres.
O exemplo estudado foi Ruanda, na África, onde são cultivadas cerca de dois milhões de toneladas de banana todos os anos. A fruta é apenas uma porcentagem do que a planta produz e todas as outras partes acabam sendo jogadas fora – já que a bananeira só dá cachos uma única vez.
O método criado de reaproveitamento utiliza poucas ferramentas: primeiro, as casca e folhas da banana são amassadas em um moedor manual e formam uma polpa. Essa pasta é misturada com serragem para criar um material moldável. Em Ruanda, por exemplo, os pesquisadores sugerem que a serragem seja substituída pelos troncos secos da bananeira.
Essa massa é comprimida em briquetes e assada em um forno a 105 graus – novamente, no caso estudado da África, eles seriam simplesmente deixados ao Sol para secar. Os pesquisadores disponibilizaram um vídeo da fabricação das briquetes.
Isso resultaria em blocos de um combustível bom o bastante para preparar alimentos, já que queima a uma temperatura constante.
A idéia é que essa “lenha orgânica” seja usada para aquecimento de residências e preparo de alimentos em comunidades pobres. O método, realmente, não impede que sejam emitidos gases da queima do material – portanto, não pode ser considerado limpo.
Apesar disso, os locais a que se destina estão bastante longe da realidade de painéis solares, gás encanado ou energia eólica. Levando isso em conta, pelo menos reaproveitar os restos da banana impede que novas áreas sejam desmatadas.